O
debate sobre as civilizações orientais é muito saudável, e acima
de tudo engrandecedor para nossa autocompreensão. Articular e
levando hipóteses sobre um assunto tão empolgante é sempre um
ótimo exercício.
O
uso de conceitos deve ser feito de maneira cuidadosa, sendo que o
aluno de 1° ano ainda não está adaptado a subjetividade e
possibilidades nas quais a história está imbuída.
O
reconhecimento de si nos Fenícios dialogando com as transformações
da escrita oriental, pode ser ligado a perceptível transformação
linguística no mundo atual. Até mesmo pelo fato de reminiscência.
O fato comercial e marítimo para o Fenício sobressaia as demais
características. Algo que hoje é sempre lembrado para Judeus e para
o mundo Árabe: a necessidade de negociação.
Outro
ponto interessante é a forma com a constituição política do
Império persa no século sexto antes de cristo. O fator respeito
frente as culturas dominadas propiciou um grande desenvolvimento das
fronteiras do império persa. E de certo modo a busca pelo controle e
centralização do poder, isso pela vigilância que se tinha próxima
aos sátrapas, espécie de governador persa. A cidade-estado como uma
herança mesopotâmica permanece como célula autônoma, podendo ter
sua própria legislação e forma de governo, liberdade suficiente
até para os cultos religiosos, sendo que cada cidade-estado podia
manter o culto a seu deus.
Algo
a ser pensando hoje, onde a segregação religiosa, os conflitos
existentes entre os múltiplos cultos ainda causam guerras,
destruindo vidas e causando horror.
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