31 de dezembro de 2012

Roma Antiga;
Compreendendo os períodos
1. Monarquia
Período de Transformação da pequena cidade em um grande cidade-estado.
É evidenciado neste período a influência de outros povos: Sabinos e principalmente etruscos.
Isto é observado ao ler sobre a sucessão dos reis.

Sobre a República Romana
O Senado foi a principal instituição.
E todos aqueles que iam contra sua mentalidade seria assassinado.
Pontos principais: Reforma agrária e a participação dos irmãos Graco.
A legislação romana e o desenvolvimento do direito.
O surgimento da tirania também deve ser lembrado. Com chegamos a Julio César.

Império Romano.
Otávio Augusto é o primeiro imperador.
Consegue o apoio do povo, do senado,m e do exército.
Inaugura a fase brilhante de Roma. A pax romana é o nome dado a essa fase.
A política do pão e circo pode ser entendida como um instrumento de tentar contornar as revoltas.
O cristianismo junto a ameaça bárbara figura-se como principais motivos para a esfacelamento do império.

29 de dezembro de 2012

República- 1889

Poderíamos pensar o movimento republicano como um fenómeno social. Que sem dúvidas manteve diretrizes e interesses elitistas.
Quando paramos e analisamos os motivos do descontentamento para com um Terceiro Reinado, vemos alguns fatores preponderantes: O fortalecimento do exército junto ao fortalecimento do soldo como classe e com interesses. Um outro ponto é a reação e mobilização da jovem burguesia cafeicultora.
Façamos agora uma análise relevante sobre tema. Acrescente algo de interesse a discussão. Lembre outros fatores marcantes no processo de transição de sistemas.

28 de dezembro de 2012

Olhando para o passado.

#Saberhistória
É olhar para o passado como quem abre um grande baú, porão que bem no fundo ainda obscuro nos instiga a questiona-.lo.
Ótima noite.

26 de dezembro de 2012

Processos históricos

Interessante nossos alunos de Ensino Médio perceberem entenderem que a História vai além de uma sucessão de fatos. A forma como o debate é proposta faz um grande diferencial.
Por isso a tendência de uma disciplina temática e cada dia menos cronológica.
Por isso nossa disciplina está cada vez mais interessante e convidativa para o estudo.
Assim vencemos.

24 de novembro de 2012

Ascensão e Queda do Império Romano SENATVS POPVLVSQVE ROMANVS Lembra-te, romano, de que esta será a tua missão: governar as nações; manter a paz sob a lei; poupar os vencidos; esmagar os soberbos! — Virgílio, 70-19 a. C. A fundação de Roma aconteceu no décimo primeiro dia antes das calendas de maio. Quanto a esse ponto todos concordam, e os romanos comemoram a data como aniversário de sua pátria. A História romana começa por um período mais ou menos lendário, durante o qual a tradição clássica faz reinar sete reis sucessivos de 753 a 510 a.C. Em 510, quando foi proclamada a República, Roma, cuja população resultava da fusão dos Ramnenses (Latinos), dos Ticienses (Sabinos) e dos Lúceres (Etruscos), já possuía um certo número de instituições: patriciado e clientela, assembleia curial, senado... O estabelecimento da República deu lugar à criação de novas funções. Tais como o consulado e a ditadura. Os primeiros tempos da República foram preenchidos quase totalmente pela luta dos patrícios e dos plebeus, que terminou no ano 300 pela admissão destes a todas as magistraturas. Solidamente constituída no interior, Roma pensou então em dilatar o seu território: de 496 a 270, conquistou o resto da Itália; de 264 a 201 fez as duas primeiras guerras Púnicas; de 200 a 130, interveio no Oriente, destruiu Cartago (terceira guerra púnica, 146), transformou a Grécia em província romana, passando a experimentar a influência benéfica dos Helenos vencidos. As lutas internas, porém, perderam a República (rivalidade de Mário e de Sila; triunvirato de César, Pompeu e Crasso; rivalidade de Pompeu e César depois da conquista da Gália; ditadura e assassinato de César; rivalidade de Otávio e Antônio). Vencedor em Áccio em 31 a.C., Otávio ficou exclusivo senhor do mundo antigo; foi proclamado imperador (imperator) sob o nome de Augusto, reunindo nas suas mãos todos os poderes, todas as magistraturas. O próprio Virgílio, poeta da glória romana, havia apontado a grandiosa missão de Roma, e foi com força civilizadora que ela ascendeu e dominou. Suas maiores conquistas foram completadas nos dias da República. Em sete séculos, uma aldeia de pastores junto ao Tibre, que se pretende fundada pelos gêmeos Rômulo e Remo em 753 a.C., tornou-se senhora do Mediterrâneo e de grande parte da Europa continental. Conseguiu-o apenas pelo valor de seus lavradores (soldados), por seu gênio organizador e sua habilidade em fazer que as nações subjugadas se sentissem à vontade sob a águia romana. Um governo admiravelmente equilibrado, concebido para administrar uma cidade apenas, regia todo o império. O Senado romano, composto de romanos conceituados, supervisionava toda a legislação, controlava os gastos, tratava com potências estrangeiras, decidia sobre guerra e paz e, em conjunto, representava Roma. A maioria dos patriotas que cravaram seus punhais em Júlio César, nos Idos de Março de 44 a.C., eram senadores. Para eles, o ato sanguinário era o único meio de salvar a República. Contudo, matando o possível monarca, eles não mataram a ambição. O sobrinho-neto e filho adotivo de César, Augusto, logrou êxito onde falhara seu pai de criação. E assim nasceu um império que duraria cinco séculos, protótipo de todos os impérios coloniais dos tempos modernos. Entre seus setenta e tantos imperadores houve homens bons, maus e medíocres, sábios, cruéis, fracos e fortes. Um deles, Marco Aurélio, filósofo, deixou-nos suas Meditações, livro inspirador. Alguns, como Trajano, o Espanhol, provinham de outras terras. Outros, pretendentes rivais ao trono, combateram-se mutuamente até à morte. Teoricamente, o Imperador era o melhor homem disponível. Na prática, muitas vezes não passava de um reles cavaleiro de fortuna. Seu poder, constituído pela soma total de todos os postos-chave administrativos e eletivos da extinta República, era absoluto. O Senado foi reduzido à impotência. Enquanto gozasse de popularidade junto às forças armadas, o governante pairava acima da lei. O assassinato, única forma de reação a esse governo de um só homem, era usado franca e eficientemente. Por volta do século III da era cristã, já o Império se estendia desde a Bretanha até à fronteira da Pérsia; do Reno e do Danúbio às areias do Saara. Cerca de 100 milhões de pessoas o habitavam. Um exército de 300.000 legionários bem pagos garantia a sua defesa. Uma rede de estradas — algumas das quais conservam até hoje seus bem construídos pavimentos romanos — entrecruzava-se por todo o vasto domínio. Naves de guerra patrulhavam as águas. O correio deslocava-se a uma espantosa velocidade de 65 quilômetros por dia. Mercadorias dos extremos da Terra chegavam continuamente a Roma. À exceção de ocasionais incidentes de fronteira, a famosa Pax Romana permaneceu intacta durante 250 anos. O Império era um lugar seguro para se viver. Uma civilização uniforme se mantinha solidamente unidas as províncias. Em todas as cidades importantes, os deuses romanos eram cultuados nos mesmos grandes templos colunados. Jogos espetaculares e sangrentos — combates de gladiadores, corridas de carros, lutas com animais ferozes — eram promovidos nos mesmos estádios gigantescos. Funcionários civis altamente preparados distribuíam justiça. A propriedade era protegida. O crime era punido, mas os cidadãos romanos podiam invocar o direito de serem julgados pelo próprio Imperador. Como padrão da arte de governar e de organização, o Império jamais foi suplantado. Roma era o centro palpitante desse superestado. Com cerca de 19 quilômetros de circunferência, tinha-se tornado a maravilha do mundo. Desde que o primeiro imperador, Augusto, em suas próprias palavras, a encontrou "feita de tijolos e deixei-a feita de mármore", uma série de governantes havia esbanjado somas fabulosas no embelezamento de Roma. Um estádio, o Circus Maximus, acomodava 250.000 espectadores. Onze aquedutos traziam diariamente mais de 1,3 bilhões de litros de água fresca das montanhas para a capital. Balneários, cujos grandes átrios abobadados eram milagres de engenharia, enchiam-se, todos os dias, de romanos que trocavam boatos e se distraíam. Contemplada da Colina de Palatino, suntuoso palácio dos césares, Roma era uma vista tão magnificente que um príncipe persa, visitando-a no ano 357 da nossa era, admirou-se: "As pessoas serão mortais aqui?" Hoje, porém, sabemos que essa magnificência era, na realidade, pouco mais que uma miragem. A disseminação da riqueza era reduzida; o que faltava a Roma era uma alta classe média. As estatísticas mostram que a mesma Roma que deslumbrava os visitantes com sua grandeza imperial possuía apenas 1.800 residências particulares suntuosas — ao lado de 46.600 cortiços miseráveis. Um minúsculo grupo de elite social equilibrava-se precariamente sobre um proletariado miserável e fervilhante, que vivia de migalhas imperiais e do proverbial "pão e circo". Nem a opulência dos que estavam por cima era tão extravagante ou "obscena" como a imaginam ficcionistas. As aparências eram mantidas quase que só com custosos banquetes. "Muita tolice tem sido dita sobre o luxo dos romanos como uma das causas de seu declínio", escreve J. C. Stobart em "A Grandeza que foi Roma ". E, se esquecermos a depravação pessoal de certos imperadores, a sociedade romana não parece devassa ou perversa. Crime organizado, drogas, marginais, poluição urbana — Roma não tinha realmente qualquer desses problemas. Muito embora, a prostituição, masculina e feminina, fosse um fato da vida, e o divórcio fosse fácil, seria preciso torcer a História para afirmar que Roma "declinou e caiu" por causa da corrupção moral. Então, que estava errado? Em primeiro lugar, a busca da felicidade era bloqueada a cada passo por um sistema social inflexível. Poucos conseguiam esgueirar-se através das barreiras sociais. Uma poderosa burocracia, cujos métodos incluíam a tortura, oprimia a população, muitas vezes destruindo-lhe as bases da subsistência. Muitos pequenos agricultores abandonavam as terras de seus antepassados por causa dos impostos esmagadores, indo engrossar as fileiras de uma desesperada população urbana. A escravidão, baseada no trabalho forçado de prisioneiros de guerra, atingiu proporções quase inacreditáveis nos tempos imperiais. Enquanto os traficantes de escravos vasculhavam continentes distantes na busca de mercadoria humana, mercados como o da Ilha de Delos movimentavam diariamente dezenas de milhares de escravos estrangeiros. Os trabalhos pesados eram feitos por eles. Eram os escravos que faziam coisas, que consertavam coisas. Tudo isso deixava pouca margem para o progresso e o espírito inventivo. A tecnologia não progrediu. Não havia mercado, nem procura, para produtos manufaturados. Em vez de uma economia em expansão, o que havia era estagnação. A luxuriante Itália, outrora rico país exportador de agricultura, jazia abandonada. Nos últimos tempos do Império, seus agricultores independentes tinham praticamente desaparecido. Para que trabalhar a terra, se se podia importar vinhos da Grécia, trigo do Norte da África e azeite da Espanha? Uma torrente incessante de ouro deixava a Itália para pagar as importações e para financiar obras megalomaníacas em cidades nas províncias. O dinheiro perdeu todo o significado e o povo instituiu um regime de trocas. Seguiu-se o caos. Um édito do Imperador Diocleciano, congelando preços e salários, chegou até nós. Estabelece penas severas para os especuladores. Por exemplo, os padeiros que vendessem seu pão acima do preço oficial arriscavam-se a ser executados. Ao mesmo tempo, o exército e a administração eram rigorosamente reformados. Os filhos eram obrigados a seguir a profissão dos pais. "Disciplina" era a palavra de ordem do dia. As medidas de Diocleciano contiveram a inflação, e quando, forçado por problemas de saúde, renunciou, no ano 305, conquistara o título de "Refundador do Império". Cícero falando no Senado Romano Contudo, faltava ainda alguma coisa. O Império era um colosso à procura de uma alma. Sentia-se uma falta de finalidade em todas as fases da vida. Era como se os antigos deuses tivessem perdido seu poder; poucos pensavam que Júpiter e Vênus fossem mais que estátuas decorativas no Capitólio. Os anseios espirituais das massas não eram satisfeitos. Nessas condições, foi a corações aflitíssimos que Paulo, Apóstolo das Gentes, trouxe pela primeira vez a mensagem de salvação. Os primeiros cristãos de Roma eram escravos, proscritos, favelados — os pobres de espírito. Sem dúvida, a desorientação espiritual do mundo pagão favorecia-lhes a causa. Por isso, pouco mais de três séculos após a morte de Cristo, um imperador romano, Constantino, o Grande, abraçou o cristianismo. Fundando a "Nova Roma" — Constantinopla — às margens do Bósforo, ele dividiu o Império em dois. Roma morreu como havia surgido — pela espada. Nas estepes da Ásia acontecera algo que até hoje continua obscuro. Povos punham-se em marcha. Hordas incontáveis de povos semisselvagens — godos, vândalos, hunos — entraram em rota de colisão com Roma. Com um misto de repugnância e respeito, os romanos chamavam-nos bárbaros. Essa palavra assumiu um toque de Juízo Final. Roma foi três vezes sitiada e saqueada. Numa frenética dança da morte, nove imperadores sucederam-se durante os últimos 20 anos do Império. E quando, em 476, Odoacro, um chefe tribal das florestas do Danúbio, invadiu a Itália e depôs o último Imperador — um jovem chamado Romulus Augustulus — fez-se coroar o primeiro rei bárbaro da Itália. E poucos contemporâneos se detiveram para registrar que acabava de expirar o maior império do mundo. "A história da sua ruína é simples e óbvia", concluiu Gibbons (Declínio e Queda do Império Romano). "E, em vez de perguntar por que foi o Império destruído, deveríamos antes surpreender-nos com o fato de ter subsistido por tanto tempo. Que força mágica, bem podemos perguntar, o tinha mantido? Uma resposta a essa pergunta pode ser achada nas antigas virtudes que inspiraram os grandes romanos do passado. Através dos anos de decadência, persistia uma saudade dos "bons tempos de outrora". Nomes como os de Cícero e Pompeu viviam na memória dos romanos. Os antigos poetas e filósofos continuavam a ser lidos. As famosas histórias dos legendários heróis de Roma eram sempre repetidas. Foi esta força das antigas instituições e ideias, presente, de certa forma, no próprio sangue de cada romano, o que conseguiu que se mantivesse vivo o Império muito tempo depois de ele ter perdido sua razão de ser. Roma simplesmente não podia desaparecer. À medida que antigas províncias — Portugal, França, Itália, Romênia — se transformavam em novas nações, falavam as línguas românicas baseadas no jargão das legiões. O próprio latim permaneceu como a língua do saber. E o Direito romano, apurado por gerações de grandes juristas, nutriu com seus princípios humanos e equilibrados os sistemas jurídicos do mundo ocidental. Mas, acima de tudo, é o conceito romano da dedicação do homem ao bem comum que até hoje governa a nossa consciência cívica. O servidor público moderno, que é investido na mais digna carreira que a nação pode oferecer, tem uma dívida de gratidão para com Roma. Manter vivos e transmitir esses valores foi a função histórica do Império Romano. Seu próprio colapso, quando finalmente sobreveio, já não tinha maior importância. Na morte do Império estava a sua vitória. Sua missão civilizadora estava cumprida. ~ © Arnaldo Poesia ~ ~ Elegias Romanas ~ Falai-me, ó pedras! oh falai, vós altos palácios! Ruas, dizei uma palavra! Gênio, não te moves? Sim, tudo tem alma nos teus santos muros, Roma eterna; só para mim tudo se cala ainda. Quem me diz segredos, em que fresta avisto Um dia o ser belo que queimando me alivie? Não pressinto ainda os caminhos, pelos quais sempre, Pra ir dela e pra ela, sacrifique o tempo precioso? Ainda contemplo igrejas, palácios, ruínas, colunas, Homem composto, decoroso, que aproveita a viagem. Mas em breve passa: então haverá um só templo, O templo do Amor, que se abra e receba o iniciado! És um mundo em verdade, ó Roma; mas sem o Amor O mundo não era mundo, e Roma não era Roma. ~ Johann Wolfgang von Goethe ~ ~ Livros Sobre o Assunto ~ Os livros indicados são de grande utilidade para um aprofundamento sobre a História do Império Romano. Declínio e Queda do Império Romano, Edward Gibbons A Grandeza que Foi Roma, J. C. Stobart Meditações, Marco Aurélio A Vida dos Doze Césares, Suetônio Comentários Sobre a Guerra Gálica, Júlio César Da República, Cícero Alexandre e César — Vidas Paralelas ou Vidas Comparadas, Plutarco Anais, Tácito Antônio e Cleópatra, William Shakespeare — Copiar o Livro Agora (PDF) Júlio César, William Shakespeare — Copiar o Livro Agora (PDF) Eu, Claudius, Imperador (romance histórico), Robert Graves A Cidade Antiga (sobre o modo de vida na antiguidade), Fustel de Coulanges Dicionário Oxford de Literatura Clássica (um dos melhores) Rimini Marco comemorativo da chegada de César em Rimini, Janeiro, 50 a.C. ~ Gastronomia Antiga ~ Um dos legados do Império Romano é o ritual do banquete. A refeição, lauta e festiva, é citada nos textos clássicos, e por desenhos em mosaicos da época se sabe que os convidados comiam reclinados em divãs. Mas o que comiam os antigos romanos? O mergulho nas cozinhas do passado é agora um próspero ramo da arqueologia, chamado de reconstrução culinária. As épocas mais pesquisadas são Roma Antiga, Idade Média e Renascimento. ~ Vídeos ~ A Queda do Império Romano Cleópatra Ben-Hur Demétrius, o Gladiador Spartacus Gladiador ~ Imagens do Filme Gladiador ~ Clique na foto para ampliá-la Não deixe de ver: ~ Leituras Sobre Roma Antiga ~ Alea jacta est! Como Roma era na Antiguidade Cronologia de Roma Antiga Pompeia, 79 d.C. A Revolução do Cristianismo A Vida na Roma Antiga Calígula Continuação... Fotos do Coliseu Mausoléu de Augusto Interior do Coliseu As Legiões Romanas JVLIVS CAESAR As Catacumbas de Roma Arte e Mitologia Museu Britânico Igreja de Santa Sofia — Hagia Sofia Museu Bizantino Museu do Louvre De acordo com a lenda, Roma foi fundada em 753 a.C. por Rômulo e Remo, que foram criados por uma loba. Bibliografia: Edward Gibbon, The History of the Decline and Fall of the Roman Empire, Penguin Classics, USA, 2001 — Johann W. von Goethe, Elegias Romanas, Poemas, Coimbra, Portugal, 1986 — Arnaldo Poesia, Leituras Sobre o Império Romano, Edição do Autor, Niterói, Rio de Janeiro, 1985.

23 de novembro de 2012

Dicas para nossa prova.

O uso das Olimpíadas na Grécia Antiga veio proporcionar nos momentos de Guerra uma trégua entre as nações (Cidades-Estado). Compreendemos a Historia da Grécia Antiga em 5 períodos: PRÉ-HOMÉRICO: Período de Povoamento, onde as regiões dos Bálcãs, Peloponeso e Mar Egeu passaram a ser dominadas. Posteriormente a parte sul da Itália e Ásia menor também foram anexadas. HOMÉRICO: Pela influência dos poemas Ilíada e Odisseia. ARCAICO: A formação da Pólis grega. CLÁSSICO: Esplendor da cultura grega. Esparta e Atenas. HELENÍSTICO: Junção das culturas ocidental e oriental. A escravidão era utilizada para que a cultura e as grandes obras fossem construídas. A explicação pelos grandes pensadores era que o biotipo do escravo explicava sua situação, claro para o trabalho duro. E o homem livre na mesma sistemática, de não ter nascido para trabalhar. Em Atenas algumas reformas porão fim a escravidão por dívidas e também alargaram os direitos de cidadania, remunerando alguns cidadãos não tão ricos e poderem participar das decisões sem problemas maiores. As guerras internas e externas prejudicam a cultura grega. A origem indo-europeia proporcionou um grande número de idiomas.

14 de novembro de 2012

Texto para as questões 01 a 04. A ABOLIÇÃO DO TRÁFICO NEGREIRO A extinção do tráfico negreiro não foi um fato isolado na vida econômica do Brasil; ao contrário, ela correspondeu às exigências da expansão industrial da Inglaterra. Depois que esse país conseguiu dar o salto qualitativo – o da mecanização da produção – não lhe interessava mais a existência da escravidão na América, pois, com a implantação do capitalismo industrial, tornava-se necessária a ampliação de mercados consumidores. A escravidão passou, então, a ser um entrave aos interesses ingleses, visto que os escravos estavam marginalizados do consumo. Com relação ao Brasil, a Inglaterra usou mais do que a simples pressão: só reconheceu a independência daquele país mediante tratado, no qual o Brasil se comprometia a abolir o tráfico de negros. Todavia, não foi tomada qualquer medida efetiva, o que levou a aprovação da Lei de 1831 que, na prática, deveria acabar com o tráfico, pois estabelecia a liberdade de todos os africanos que entrassem no país a partir daquela data. Esta lei, contudo, ficou “para inglês ver”. Ela serviu para refrear um pouco a pressão britânica. Esta, porém, nunca cessou de todo e, em 1845, o Parlamento inglês aprovou o “Bill Aberdeen”, que concedia à marinha inglesa o direito de revistar os navios suspeitos de tráfico e, mais ainda, permitia a prisão de navios acusados de praticarem pirataria e o julgamento dos traficantes por tribunais ingleses. A partir daí, a pressão sobre o governo brasileiro tornou-se muito maior e a situação chegou a ficar insustentável, pois os navios brasileiros começaram a ser revistados, embora navegassem ao longo da costa ou, ainda, quando ancorados nos portos. Finalmente, em 1850, o Parlamento brasileiro aprovou a Lei Eusébio de Queirós, que proibia, definitivamente, o tráfico negreiro para o Brasil. (Ana Maria F. da Costa Monteiro e outros. História. Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Educação, 1988, p.181, com pequenas adaptações.) 01. A leitura dos dois primeiros parágrafos do texto nos permite concluir que (A) a Inglaterra necessitava da ampliação de mercado consumidor e, portanto, fomentou o fim da escravidão na América. (B) a escravidão na América foi resultado da mecanização da produção na Inglaterra. (C) o capitalismo industrial gerou consumidores marginalizados: os escravos. (D) o Brasil, ao mecanizar sua produção, definiu o fim do tráfico de escravos. (E) A Inglaterra apoiava a escravidão na América porque necessitava dar um salto qualitativo em sua economia. 02. A expressão “para inglês ver” (linha 19) significa que (A) a Inglaterra estava vigiando os navios negreiros. (B) o Brasil obedeceu ao Bill Alberdeen, do Parlamento inglês (C) os ingleses viram a Lei de 1831, que terminou com o tráfico negreiro. (D) a Lei de 1831, criada e anunciada aos ingleses, não foi cumprida. (E) em 1831, a Inglaterra viu que a abolição do tráfico era uma realidade. 03. A Lei de 1831 foi uma tentativa para extinguir o tráfico negreiro porque (A) proibia a entrada de negros no país. (B) permitia o confisco dos navios negreiros que aqui aportassem. (C) dava aos negros o direito à liberdade, desde que a desejassem. (D) considerava livres os negros que entrassem no Brasil após aquela data. (E) não permitindo que os navios negreiros aportassem, gerava prejuízo aos traficantes 03. Assinale a afirmativa INCORRETA a respeito do fim do tráfico de escravos (A )chegou a afetar a soberania brasileira. (B) só ocorreu quando a pressão britânica chegou ao máximo. (C) levou a economia brasileira ao caos. (D) demorou dezenove anos para se efetivar, após a primeira tentativa em 1831. (E) gerou alterações na economia brasileira. 04. Após a leitura do texto, concluímos que o Brasil (A) preocupado com sua independência em relação a Portugal, esquecia-se dos direitos humanos. (B) só teria sua independência reconhecida pela Inglaterra se extinguisse o tráfico negreiro. (C) necessitava dos escravos como mão-de-obra assalariada na lavoura para fazer-se independente. (D) cedeu às pressões inglesas porque obedecia a instruções de Portugal, do qual era colônia. (E) resistiu às pressões, pois o tráfico de escravos era fundamental para a sua economia. Texto para as questões 05 a 07. O Brasil é um país cuja história e cultura foram e seguem sendo uma construção do trabalho de “três raças”: os índios, habitantes originais de todo o território nacional, os pretos trazidos da África e os brancos vindos de Portugal a partir de 1500. De acordo com a maioria dos estudiosos do assunto na atualidade, os fragmentos de “contribuição cultural” de diferentes grupos étnicos não são o mais relevante. Pretender mensurar a participação do indígena ou do negro brasileiros em uma cultura dominantemente branca e de remota origem européia, através do seu aporte à culinária, à tecnologia agrícola, ao artesanato, ou à vida ritual do país, é ocultar, sob o manto da pitoresca aparência, aquilo que é fundamentalmente essencial. Isto porque em toda a nação que, como o Brasil, resulta do encontro, dos conflitos e das alianças entre grupos nacionais e étnicos, sempre a principal lição que se pode tirar é o aprendizado da convivência cotidiana com a diferença, com o direito “do outro” e com o fraterno respeito pelas minorias quaisquer que sejam. Não é possível esquecermos que negros e indígenas participaram sempre da vida brasileira com servos e escravos, como sujeitos e povos espoliados e que, apesar de tudo souberam lutar e resistir. Sepé Tiaraju, um líder guerreiro indígena, e Zumbi, um guerreiro tornado escravo e que preferiu morrer guerreiro no seu Quilombo dos Palmares a voltar a ser um escravo, talvez sejam os melhores exemplos de contribuição dos povos minoritários à cultura brasileira, do que todos os pequenos produtos que negros e índios acrescentaram a uma cultura nacional. Carlos Rodrigues Brandão. Índios, negros e brancos: a construção do Brasil. 05. Assinale a opção que está de acordo com as ideias expressas no texto (A) A construção da história e da cultura do Brasil resulta do trabalho de índios, pretos e brancos. (B) A influência de índios e negros deu-se especialmente na culinária e no artesanato. (C) É possível detectar, com relativa facilidade, a participação do indígena ou do negro na cultura branca de origem européia. (D) Os conflitos entre os três grupos étnicos nacionais geram uma necessidade de convivência fraterna entre os indivíduos. (E) Negros e indígenas escravizados uniram-se para lutar e resistir, participando, assim da vida brasileira. 06. A palavra “originais” (linha 3) pode ser interpretado como (A) diferentes. (B) peculiares. (C) excêntricos. (D) primitivos. (E) exóticos. 07. A palavra “mensurar” (linha 9) pode ser interpretado como: (A) averiguar. (B) regular. (C) examinar. (D) sondar. (E) medir. Texto para as questões 08 e 09. A vaidade me faz marcar uma corrida de cem metros, que eu já sei de antemão que posso correr; corro, venço, e a vaidade se satisfaz, pequenina. O orgulho não: é audacioso e me faz marcar uma corrida de quilômetro, que eu ainda não sei se poderei correr; corro, e só consigo alcançar 600 metros. Torno a correr e faço 620. Corro outra vez e espantadamente faço 720! E continuarei correndo. Se conseguir quilômetro, imediatamente meu orgulho ficará descontente e dirá que foi pouco, e transporá a meta para 2 quilômetros. E hei de morrer um dia tendo apenas (apenas!) conseguido um quilômetro e meio. 08. Segundo o texto (A) Movido pela vaidade, o homem estabelece para si objetivos que sabe poder realizar. (B) Vaidade e orgulho são sentimentos negativos, porque fazem o homem agir apenas em função de seus espectadores e não de seus sentimentos íntimos. (C) O homem vaidoso é um ser insatisfeito, pois sempre acha que pode ir além do que realizou. (D) A vaidade faz-nos estabelecer objetos que estão além do nosso nível de realização; daí ser ela fonte contínua de insatisfação. (E) O orgulho, ao contrário da vaidade, impulsiona o homem à ação. 09. A partir da leitura do texto acima, é possível inferir ainda que (A) O orgulho, por despertar necessidades muito ambiciosas, faz do homem um escravo de seus desejos. (B) O orgulho impulsiona o homem a estabelecer níveis de realização cada vez mais altos. (C) A vaidade é sentimento antagônico ao orgulho, pois enquanto este conduz ao progresso aquela destrói o desenvolvimento do homem. (D) O orgulho, diferentemente da vaidade, faz que o homem se prepare emocionalmente a fim de evitar sentimentos de frustração. (E) Vaidade e orgulho são sentimentos positivos, pois levam o homem à realização plena de seus desejos. Texto para as questões 10 a . “Fim de tarde. No céu plúmbeo A Lua baça Paira Muito cosmograficamente Satélite Desmetaforizada, Desmistificada, Despojada do velho segredo de melancolia Não é agora o golfão das cismas, O astro dos loucos e dos enamorados. Mas tão somente Satélite. Ah Lua deste fim de tarde, Demissionária de atribuições românticas Sem show para as disponibilidades sentimentais! Fatigado de mais-valia, Gosto de ti assim: Coisa em si - Satélite.” 10. Nesse texto, o poeta (A) restringe-se a uma descrição de um fim de tarde. (B) lamenta a morte das noites de sua juventude, pois já não pode contemplar a lua. (C) reduz à lua a um “golfão de cismas”. (D) manifesta seu afeto à lua, independentemente de significações sentimentais que outros atribuíram a ela. (E) limita-se à narração de um episódio que ocorreu num fim de tarde. 11. O poeta afirma sua afeição à lua (A) para fazer a apologia do progresso científico. (B) para advertir que não estamos mais em tempo de dar vazão aos nossos sentimentos. (C) porque ela ainda é “o astro dos loucos e dos enamorados”. (D) para criticar a ausência de sentimento do mundo contemporâneo. (E) apesar de despojada de metáfora e de mito. 12. Indique qual dos seguintes trechos do poema contradiz a passagem “Sem show para disponibilidades sentimentais” (v.16) (A) “Gosto de ti assim” (B) “Despojada do velho segredo de melancolia” (C) “Não é agora o golfão de cismas” (D) “A Lua baça / Paira” (E) “Demissionária das atribuições românticas” 13. No contexto do poema a palavra “plúmbeo”(v.2) deve ser entendida como (A) cinzento. (B) limpo. (C) brilhante. (D) ensolarado. (E) transparente. “Nas carreiras em que o número de inscritos for inferior ao triplo do número de vagas oferecidas, todos os candidatos inscritos serão convocados para a 2a fase, independentemente do comparecimento à 1a fase ou do resultado obtido.” (Manual de Informações da Fuvest, 1980). 14. Segundo o texto acima, pode-se dizer que (A) Todos os candidatos serão convocados para a 2a fase, independentemente do resultado obtido na prova da 1a fase. (B) Serão impedidos de comparecer à prova da 1a fase os candidatos às carreiras em que o número de inscritos for inferior ao triplo do número de vagas. (C) Os candidatos serão convocados tanto na 1a quanto na 2a fase desde que correspondam à terça parte do total de inscritos. (D) O candidato pode comparecer tão-somente a 2a fase dos exames, desde que, na carreira por ele escolhida, o número de inscritos não seja superior ao triplo do número de vagas. (E) O número de vagas oferecidas na 2a fase é o triplo do número oferecido na 1a fase, independentemente das notas obtidas na carreira escolhida. I – Uma andorinha não faz verão. II – Nem tudo que reluz é ouro. III – Quem semeia ventos, colhe tempestades. IV – Quem não tem cão caça com gato. 15. As ideias centrais dos provérbios acima são, respectivamente (A) solidariedade – aparência – vingança – dissimulação. (B) cooperação – aparência – punição – adaptação. (C) egoísmo – ambição – vingança – falsificação. (D) cooperação – ambição – conseqüência – dissimulação. (E) solidão – prudência – punição – adaptação. "Todos querem o perfume das flores, mas poucos sujam as suas mãos para cultivá-las." Augusto Cury

7 de novembro de 2012

SPAECE O Programa O Governo do Estado do Ceará, por meio da Secretaria da Educação (SEDUC), vem implementando, desde 1992, o Sistema Permanente de Avaliação da Educação Básica do Ceará - SPAECE. O SPAECE, na vertente Avaliação de Desempenho Acadêmico, caracteriza-se como avaliação externa em larga escala que avalia as competências e habilidades dos alunos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio , em Língua Portuguesa e Matemática. As informações coletadas a cada avaliação identificam o nível de proficiência e a evolução do desempenho dos alunos. Realizada de forma censitária e universal, essa avaliação abrange as escolas estaduais e municipais, utilizando testes, com itens elaborados pelos professores da Rede Pública, tendo como orientação os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) do Ministério da Educação (MEC) e os Referenciais Curriculares Básicos (RCB) da SEDUC. São aplicados, também, questionários contextuais, investigando dados socioeconômicos e hábitos de estudo dos alunos, perfil e prática dos professores e diretores. Por considerar a importância da avaliação como instrumento eficaz de gestão, a SEDUC amplia, a partir de 2007, a abrangência do SPAECE, incorporando a avaliação da alfabetização e expandindo a avaliação do Ensino Médio para as três séries de forma censitária. Desta forma, o SPAECE passa a ter três focos: * Avaliação da Alfabetização - SPAECE-Alfa (2º ano). * Avaliação do Ensino Fundamental (5º e 9º anos) e * Avaliação do Ensino Médio (1a, 2a e 3a séries). A idealização do SPAECE-Alfa surge em decorrência da prioridade do atual governo na alfabetização das crianças logo nos primeiros anos de escolaridade, expressa através do Programa Alfabetização na Idade Certa (PAIC). O SPAECE-Alfa consiste numa avaliação anual, externa e censitária, para identificar e analisar o nível de proficiência em leitura dos alunos do 2º ano do Ensino Fundamental das escolas da Rede Pública (estaduais e municipais), possibilitando construir um indicador de qualidade sobre a habilidade em leitura de cada aluno, o qual permite estabelecer comparações com os resultados das avaliações realizadas pelos municípios e pelo Governo Federal (Provinha Brasil). A Avaliação do Ensino Fundamental, de natureza censitária, dando continuidade à série histórica do SPAECE, manteve-se com periodicidade bianual, intercaladas aos ciclos do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica - SAEB. A referida avaliação é realizada nas séries finais de cada etapa do Ensino Fundamental, com a finalidade de diagnosticar o estágio de conhecimento, bem como analisar a evolução do desempenho dos alunos do 5º e 9º anos e os fatores associados a esse desempenho, produzindo informações que possibilitem a definição de ações prioritárias de intervenção na Rede Pública de ensino (estadual e municipal). A Avaliação do Ensino Médio, realizada anualmente de forma censitária nas três séries deste nível de ensino, envolve todas as escolas da Rede Estadual de ensino e seus anexos, localizadas nos 184 municípios cearenses. O conjunto de informações coletadas por esta avaliação permite montar um quadro sobre os resultados da aprendizagem dos alunos, seus pontos fracos e fortes, e sobre as características dos professores e gestores das escolas estaduais. Em se tratando de uma avaliação de característica longitudinal, possibilita ainda acompanhar o progresso de aprendizagem de cada aluno ao longo do tempo. OBJETIVOS: Esse sistema tem por objetivo fornecer subsídios para formulação, reformulação e monitoramento das políticas educacionais, além de possibilitar aos professores, dirigentes escolares e gestores um quadro da situação da Educação Básica da Rede Pública de ensino. E.E.E.P LYSIA PIMENTEL GOMES: Chame o sucesso para fazer parte de sua vida. Acredite no seu potencial criador, seja inovador, treine sua mente para vencer, estipule metas e, principalmente, lute por seus ideais. A participação de todos os alunos é fundamental para o sucesso desta avaliação.

29 de outubro de 2012

Pronto para prova.

As posturas do aluno frente ao estudo da Antiguidade Oriental ainda são articuladas com um distanciamento pouco agradável. Acima de tudo prejudicial a compreensão e contextualização da História, sendo que é vital para a disciplina a identificação do aluno recém chegado ao Ensino Médio o desenvolvimento desta ha habilidade e de fato a compreensão da disciplina. Próxima quinta estaremos em avaliação sobre Hebreus, Fenícios e Persas e estou pensando seriamente em conjugar essa avaliação parcial a uma atividade subjetiva, buscando uma certa importância à interpretação e leitura de mundo do aluno. Creio que deve ser o melhor, como forma de avaliação, para quebrar de certo modo com a sistemática objetiva das últimas avaliações, sem obviamente desprezá-la. Os temas são propícios, principalmente por nos reconhecermos, buscarmos nossas origens, pertencentes ao mundo ocidental, presentes nos Hebreus, Fenícios e Persas.

26 de outubro de 2012

Alunos da EEEP Lysia Pimentel Gomes lançam jornal Na última terça-feira, dia 16 de outubro, a EEEP Lysia Pimentel Gomes Sampaio Sales, fez o lançamento oficial e a entrega aos alunos da 1ª edição do Jornal LP, o jornal é um projeto de autoria da professora de Língua Portuguesa Sheila Brito e contou com a participação de alunos de todas as turmas, contou ainda com o apoio do Grêmio Estudantil, professores e Núcleo Gestor. Através do jornal, importante veículo de comunicação, a escola pretende divulgar seu projeto educativo, envolvendo toda a comunidade escolar e levando informações sobre os acontecimentos mais importantes ocorridos na escola e na comunidade local.

24 de outubro de 2012

Palestra na Lysia. Mercado de Trabalho!!!

Hoje, dia 24 de outubro de 2012, os alunos dos Cursos de Técnico em  Logística e Técnico em Manutenção Automotiva participaram de uma palestra sobre o mercado de trabalho, sendo ministrado por um colaborador do Senac, Igor.
O discurso esteve baseado nas oportunidades tão requisitadas em Sobral. Uma das iniciativas da professora Juliana, pertencente a formação técnica dos alunos de Logística, mas considerando a importância, alargou-se para as outras turmas.

Resumo sobre Hebreus:

Os hebreus
Os hebreus são povos semitas originários da Mesopotâmia que passou pela Babilônia e pela Síria, mas se estabeleceram e viveram no Oriente Médio cerca do segundo milênio a.C. e que mais tarde originou os semitas como os judeus e os árabes, mas posteriormente o termo hebreu foi associado somente ao povo judeu.

A história da política hebraica é dividida em três fases:

Fase dos Patriarcas: onde por volta de 1750 a.C. os hebreus migraram para o Egito nas proximidades do Nilo devido a uma grande seca que levou à crise na produção alimentícia. Ao se fixar no Egito, os hebreus conseguiram prosperar mas os faraós egípcios os perseguiram e os escravizaram. Em 1250 a.C. os hebreus saíram do Egito liderados por Moisés para voltar à Palestina. Segundo a Bíblia, na volta do hebreus à Palestina que Moisés recebeu as tábuas contendo os dez mandamentos de Deus.

Fase dos Juízes: foi quando os hebreus chegaram a Palestina e esta estava habitada por vários povos e como os hebreus estavam divididos em doze tribos, eles escolheram vários juízes para comanda-los na luta com os povos pela posse das terras. Entre os povos habitantes da Palestina estavam os cananeus e os filisteus. Os juízes desempenhavam o papel de chefes mililtares, políticos e religiosos que lhe davam poderes pois eram considerados enviados de Deus para liderar a luta. Josué foi o primeiro juiz e iniciou a tomada da Palestina onde conquistou Jericó. Em 1030 a.C. entregaram o comando a um só rei para diminuir desavenças internas e como estratégia para vencer seus vizinhos.

Fase dos Reis: O primeiro rei foi Saul que suicidou após ser derrotado pelos filisteus e Davi foi seu sucessor que venceu Golias e conquistou o resto da Palestina escolhendo Jerusalém como capital do reino. Com a morte de Davi seu filho Salomão foi seu sucessor. Salomão levou o povo hebreu ao ponto mais elevado de grandeza realizando obras grandiosas. A obra mais importante foi o templo de Jerusalém que abrigava a Arca da Aliança. Salomão possuía habilidade política e para construir obras grandiosas aumentava os impostos e retirava os camponeses da lavoura para ajudar nas construções. O aumento dos impostos também pagava o luxo de toda sua corte e as despesas com numerosos funcionários, além da sua família com 700 esposas e 300 concubinas.

A divisão da Palestina

Após a morte de Salomão ocorreram várias revoltas e em 935 a.C. houve a separação das doze tribos em dois reinos: Reino de Israel cuja capital era Samaria. Era formado por dez tribos situaos ao norte. Reino de Judá formado por duas tribos cuja capital era Jerusalém localizados ao sul.
A formação dos reinos fizeram com que os hebreus ficassem fragilizados aos ataques vizinhos onde em 722 a.C. o reino de Israel foi tomado pelos assírios e seus habitantes foram deportados para diferentes partes do Império Assírio. O Reino de Judá sobreviveu até 586 a.C. quando os babilônios invadiram e dominaram o reino. Conduziram os judeus para a Babilônia como prisioneiros onde permaneceram até 539 a.C.
Nesse mesmo ano, os persas invadiram a Babilônia e a conquistou fazendo com que os judeus regressarem para a Palestina onde reconstruíram o templo.
Após algum tempo a Palestina foi dominada pelos macedônios, egípcios e romanos. O imperador romano Tito destruiu Jerusalém e expulsou os judeus da Palestina. Nessa fase os judeus se dispersaram (a Diáspora) que durou mais de dezoito séculos e meio. A Diáspora só se findou em 1948 quando a ONU criou o atual Estado de Israel onde antigamente era a Palestina.

Economia e Sociedade

Os hebreus deixaram de vivem do pastoreio e foram desenvolvendo o cultivo de cereais à medida em que foram conquistando terras palestinas.Com os surgimento das propriedades privadas, muitos camponeses ficaram sem terra e pediam empréstimos aos grandes proprietários. Como não conseguiam pagar seus empréstimo, foram escravizados pelos proprietários. Com mão-de-obr farta os grandes proprietários passaram a vender seus agropecuários e o comércio floresceu.

A cultura

Os hebreus se destacaram por sua religião e pelas contribuições na literatura. Os hebreus eram monoteístas, mas o monoteísmo se consolidou após as pregações de Amós, Oséias e Isaías. Os profetas reafirmavam a vida de um salvador que libertaria os hebreus para uma vida eterna. Dá-se o nome de judaísmo para a religião hebraica que ainda esperam a vinda do Messias. Comemoram a páscoa, o pentecostes e os tabernáculos. A páscoa relembra a saída do Egito, o pentecostes celebra a entrega dos dez mandamentos a Moisés e os tabernáculos recorda a caminhada dos hebreus no deserto quando saíram do Egito para voltar à Palestina.

A literatura

A maior força está concentrada nos Salmos, no livro de Jó, nos Provérbios e Cântico dos Cânticos. Os salmos são poemas que transmitem ensinamentos, Jó é uma reflexão filosófica, Provérbios ensina sabedoria e disciplina e Cântico dos Cânticos é um poema de amor sensuais.

Lysia em ação.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

REUNIÃO DO CONSELHO ESCOLAR DA EEEP LYSIA PIMENTEL GOMES


 No último dia 17/10, ocorreu a reunião do Conselho Escolar da EEEP Lysia Pimentel Gomes, na qual, foi dado o passo inicial para a implantação de um sistema de ouvidoria escolar.
Com o intuito de cada vez mais melhorar a qualidade da educação oferecida ao alunos, a EEEP Lysia Pimentel busca integrar e valorizar todas as instâncias colegiadas existentes, passando assim, a dividir o processo de gestão com toda a comunidade escolar.
O sistema de ouvidoria ficou assim estipulado: na biblioteca da escola encontrar-se-á uma ficha na qual todos da comunidade escolar terão acesso e poderão registrar suas dúvidas, sugestões, críticas e etc. Na reunião mensal seguinte, todas as fichas do mês serão analisadas pelo Conselho e apontadas soluções viáveis, além de designar um integrante para acompanhar a resolução de cada situação relatada como problema. Nos encontros seguintes serão novamente reavaliadas até que os “problemas”, outrora citados, sejam resolvidos.
Para o professor Freire, presidente do Conselho Escolar da EEEP Lysia Pimentel, este é um momento marcante no que se chama de democratização da gestão, ressalta ainda, a importância das reuniões mensais deste órgão colegiado, que visam a formação contínua dos conselheiros.
Os representantes do Grêmio Estudantil também participaram da referida reunião, que além da implantação da ouvidoria, deram outros encaminhamentos constantes na pauta do dia.


PAUTA DA REUNIÃO (17/10/2012)

01. Boas-vindas – Vídeo Tony Meléndez;

02. Estudo do texto: Formação dos Conselhos Escolares;

03. Análise do Regimento Escolar referente ao Conselho;

04. Implantação e estabelecimento de critérios para Ouvidoria;

05. Elaboração do calendário de reuniões;

06. Fotos para “carômetro” (registro fotográfico dos conselheiros com as respectivas funções para confecção de um banner).


23 de outubro de 2012

Fenícios e Persas


O debate sobre as civilizações orientais é muito saudável, e acima de tudo engrandecedor para nossa autocompreensão. Articular e levando hipóteses sobre um assunto tão empolgante é sempre um ótimo exercício.
O uso de conceitos deve ser feito de maneira cuidadosa, sendo que o aluno de 1° ano ainda não está adaptado a subjetividade e possibilidades nas quais a história está imbuída.
O reconhecimento de si nos Fenícios dialogando com as transformações da escrita oriental, pode ser ligado a perceptível transformação linguística no mundo atual. Até mesmo pelo fato de reminiscência. O fato comercial e marítimo para o Fenício sobressaia as demais características. Algo que hoje é sempre lembrado para Judeus e para o mundo Árabe: a necessidade de negociação.
Outro ponto interessante é a forma com a constituição política do Império persa no século sexto antes de cristo. O fator respeito frente as culturas dominadas propiciou um grande desenvolvimento das fronteiras do império persa. E de certo modo a busca pelo controle e centralização do poder, isso pela vigilância que se tinha próxima aos sátrapas, espécie de governador persa. A cidade-estado como uma herança mesopotâmica permanece como célula autônoma, podendo ter sua própria legislação e forma de governo, liberdade suficiente até para os cultos religiosos, sendo que cada cidade-estado podia manter o culto a seu deus.
Algo a ser pensando hoje, onde a segregação religiosa, os conflitos existentes entre os múltiplos cultos ainda causam guerras, destruindo vidas e causando horror.

10 de outubro de 2012

Hobsbawm


Associação Nacional de História (ANPUH) responde à crítica da Revista Veja sobre Hobsbawm
Em nota, entidade afirma que Veja teria reduzido historiador a um "idiota moral"
A nota de repúdio foi publicada no perfil da entidade no último sábado. Confira, na íntegra, o texto da Associação Nacional de História, que teve como título, "Hobsbawm: Um dos maiores intelectuais do século XX".
"Na última segunda-feira, dia 1 de outubro, faleceu o historiador inglês Eric Hobsbawm. Intelectual marxista, foi responsável por vasta obra a respeito da formação do capitalismo, do nascimento da classe operária, das culturas do mundo contemporâneo, bem como das perspectivas para o pensamento de esquerda no século XXI. Hobsbawm, com uma obra dotada de rigor, criatividade e profundo conhecimento empírico dos temas que tratava, formou gerações de intelectuais. Ao lado de E. P. Thompson e Christopher Hill liderou a geração de historiadores marxistas ingleses que superaram o doutrinarismo e a ortodoxia dominantes quando do apogeu do stalinismo. Deu voz aos homens e mulheres que sequer sabiam escrever. Que sequer imaginavam que, em suas greves, motins ou mesmo festas que organizavam, estavam a fazer História. Entendeu assim, o cotidiano e as estratégias de vida daqueles milhares que viveram as agruras do desenvolvimento capitalista. Mas Hobsbawm não foi apenas um “acadêmico”, no sentido de reduzir sua ação aos limites da sala de aula ou da pesquisa documental. Fiel à tradição do “intelectual” como divulgador de opiniões, desde Émile Zola, Hobsbawm defendeu teses, assinou manifestos e escolheu um lado. Empenhou-se desta forma por um mundo que considerava mais justo, mais democrático e mais humano. Claro está que, autor de obra tão diversa, nem sempre se concordará com suas afirmações, suas teses ou perspectivas de futuro. Esse é o desiderato de todo homem formulador de ideias. Como disse Hegel, a importância de um homem deve ser medida pela importância por ele adquirida no tempo em que viveu. E não há duvidas que, eivado de contradições, Hobsbawm é um dos homens mais importantes do século XX.
Eis que, no entanto, a Revista Veja reduz o historiador à condição de “idiota moral” (cf. o texto “A imperdoável cegueira ideológica da Hobsbawm”, publicado em www.veja.abril.com.br). Trata-se de um julgamento barato e despropositado a respeito de um dos maiores intelectuais do século XX. Veja desconsidera a contradição que é inerente aos homens. E se esquece do compromisso de Hobsbawm com a democracia, inclusive quando da queda dos regimes soviéticos, de sua preocupação com a paz e com o pluralismo. A Associação Nacional de História (ANPUH-Brasil) repudia veementemente o tratamento desrespeitoso, irresponsável e, sim, ideológico, deste cada vez mais desacreditado veículo de informação. O tratamento desrespeitoso é dado logo no início do texto “historiador esquerdista”, dito de forma pejorativa e completamente destituído de conteúdo. E é assim em toda a “análise” acerca do falecido historiador. Nós, historiadores, sabemos que os homens são lembrados com suas contradições, seus erros e seus acertos. Seguramente Hobsbawm será, inclusive, criticado por muitos de nós. E defendido por outros tantos. E ainda existirão aqueles que o verão como exemplo de um tempo dotado de ambiguidades, de certezas e dúvidas que se entrelaçam. Como historiador e como cidadão do mundo. Talvez Veja, tão empobrecida em sua análise, imagine o mundo separado em coerências absolutas: o bem e o mal. E se assim for, poderá ser ela, Veja, lembrada como de fato é: medíocre, pequena e mal intencionada."
São Paulo, 05 de outubro de 2012
Diretoria da Associação Nacional de História
ANPUH-Brasil
Gestão 2011-2013
http://cafehistoria.ning.com/?xg_source=msg_mes_network

Estratégias de Leitura

Estratégias de leitura

Cada leitor desempenha tal habilidade de um modo distinto
As estratégias de leitura dizem respeito às formas utilizadas pelo leitor para facilitar a compreensão dos dados informativos de um texto. Assim, os procedimentos adotados por cada um se diferenciam, uma vez que nem todos assimilam conhecimento da mesma forma.

Algumas pessoas encontram dificuldades em ler, pois acham cansativo, monótono e difícil. Isso ocorre porque, na maioria das vezes, o indivíduo ainda não encontrou um meio estratégico para promover sua leitura de maneira prática.

Então, vejamos algumas táticas de leitura que podem despertar interesse e ser um incentivo à leitura:

Leitura em voz alta – enquanto lê em voz alta, a concentração é facilitada, já que a leitura silenciosa pode sofrer interferências de pensamentos alheios ao assunto tratado no texto.

Exposição de pensamentos – é quando o leitor expõe, verbaliza o que está pensando a respeito do que lê. Esta prática desperta o interesse da pessoa por aquela leitura sem que perceba.

Identificação dos fatores chaves – o ledor identifica os elementos mais importantes da narrativa: os verbos, as personagens, as características e qualidades principais. Qual o objetivo do texto? E para qual tipo de leitor? Qual o posicionamento do autor: a favor ou contra? Perguntas como estas são feitas e respondidas pelo próprio leitor depois de analisadas novamente no texto.

Representação visual dos acontecimentos – à medida que lê, o indivíduo faz reproduções mentais acerca dos fatos. Dessa forma, o conteúdo é internalizado através das imagens obtidas através da leitura.

Antecipação das informações – diz respeito ao conhecimento prévio que o leitor possui a respeito do que lê. Assim, enquanto faz a leitura vai se lembrando do que já sabe sobre o tema abordado e presumindo o que virá a seguir. Este método causa tranquilidade e conforto.

Questionário – fazer perguntas sobre o texto torna a leitura fácil para algumas pessoas. Trata-se de elaborar um questionário sobre a leitura, o qual é respondido pelo próprio leitor, claro. Porém, há a possibilidade do mesmo tecer uma pergunta ao lado de cada parágrafo que julgar mais importante. Assim, quando ler a pergunta que fez, saberá do que se trata o parágrafo em questão.

Resumo – fazer uma síntese do texto à medida que lê. A cada período mais importante, o leitor escreve uma oração que o resume em um papel ou então no próprio livro, ao lado do parágrafo (faça isso, caso o livro seja seu).

Essas práticas produzem gosto pela leitura e aprimoramento, tornando-a mais prazerosa e satisfatória. Agora é só escolher uma ou algumas e ler bastante!

3 de outubro de 2012

A traição dos meus instintos.


UNIVERSIDADE ESTADUAL VALE DO ACARAÚ - UVA
Centro de Ciências Humanas – CCH
Curso: História
Idade Moderna II
Professor Ms. Paulo Henrique
Aluno: Paulo Otávio
Conto: A traição dos meus instintos.

Pois é em minha vida pequena e curta o perigo e a aventura sempre foram meu lema e em meio as galerias frias da cidade de Londres, não aprendi a contar o tempo, vivi intensamente, sigo meus instintos, na verdade meu olfato, sensível a tudo que parece interessante: roupa suja, comida mal armazenada, e o odor quem vem do cais, do porto - Ah que maravilha.
Se hoje tenho essa corpo definido, formato de barril, é exatamente por essas habilidades, de saber onde a melhor refeição se encontra, o odor de botas e meias sujas também é muito atraente.
Mas, mal sabia que seria essas habilidades que levariam-me ao fim, a próxima viagem poria fim as épicas aventuras desse jovem desbravador.
É naquele porto onde muitos sorrisos acontecem e muitas lágrimas rolam, eu como mero espectador fiquei a admirar o que esses homens tem de mais forte: a força do interesse. Queridos desta fez não tive tanta sorte, já descobriremos porque.
A noite chega rápido, percebo devido a agilidade dos marujos em buscarem as velas e lamparinas, o frio vindo do mar e o cheiro de peixe pobre dão o contexto do local, alguns deitam-se como se estivem preparando-se para acordar bem cedo, detalhe que fugiu-me, mas que mudou drasticamente minha vida. Enquanto a maioria deitava, fiquei a observar um pequeno grupo que sentavam bem próximo a cabine do capitão e começaram a cantar. Nossa! Música boa é uma raridade. Acabei dormindo e pense em um sono. Dormir tanto que ao acordar só vi bem ao longe as últimas pintura da minha amada cidade, que ao longe era engolida pelo horizonte. Meu pequeno coração quase que explodia ter tanta emoção. Senti que naquele momento era a ultima vez que via a minha Londres.
  • O destino? Ah só deus sabe, enquanto tenho um pressentimento que entrar neste barco não vai fazer bem.
O balanço do mar já começava e incomodar meu sensível estômago, enquanto buscava uma bota largada para tentar relaxar. Esse foi o primeiro dia da fatigante viagem.
Rotina que vai iria repetir-se por uma eternidade de dias.
A comida já estava escassa e os marujos esgotos, o cheiro ou odor tornou-se mais forte, a verdade a podridão impregnava-se a tudo e a falta de banho era notável.
Quando a comida e a energia do homens começam a exaurirem, no firmamento o breu anunciava um grande presságio, indício de uma enorme tempestade que viria. Em pensar que desde Londres esses sinais já tinham aparecido, e fazendo-me corajoso pouco liguei, um irmão nosso Caio morre preso numa armadilha, uma carruagem quase atropelava Morrise enquanto o mesmo mudava de galeria. Ah se tivesse percebido, teria ficado em casa, desfrutando da noite londrina.
Agora é tarde, a bendita tempestade não cai ainda, a agonia dos marinheiros menos calejados é evidente, a sensação é que o céu ia desmoronar sobre nossas cabeças. Mas o pior a de vir. Não se sabe de onde, mas uma hora chegará. Todos parecem desorientado, como alimento digno só restou uma sola velha de sapato que esqueceram no porão.
De repente um barulho, a nave sofre um grande impacto, ao longe o firmamento parecia estar rasgando o véu.
Os gritos já nem podiam ser ouvidos, a água enfim derrama-se sobre a embarcação fazendo-o seu pequeno brinquedo. Os ventos desestabilizavam a nave e a mente das pessoas. Quanto a mim,já tinha mudado a cor da pele três vezes, o medo não abandonou-me mais. Explica-los-ei a frente porque.
O mesmo medo e o pavor tomavam conta da tripulação. As horas seguintes serão as mais dolorosas da minha vida. O local que parecia mais seguro estava minando água e era visível o rombo na casca do navio. Congelei e não tive outra reação senão ir para cima, correndo entre as pernas correntes, a loucura pela vida estava iniciada.
Alguns até tentavam controlar a infiltração de água, chegavam a usa até mesmo carne para tentar impedir a inundação. De repente toda a tripulação estava imbuída em salvar o barco. Cosseguram retirar uma enorme quantidade de água, muito embora, quanto mais tiravam mais entrava, todos já estavam esgotados, a energia até mesmo dos mais jovens já não mais existia, quanto, ao longe ouço o velho capitão cochichar sorrateiramente: É irreversível. Para mim foi o suficiente para crer que esse não era um bom dia.
Por pouco não fui pisoteado, o barco já dava indícios de que estava afundando embora alguns tentassem, tentassem desesperadamente esgotar a água, tentativa inútil.
Já passavam algumas horas, e de repente o inacreditável acontece, não, não foi a água que parou de entrar, mas sim os homens se acalmaram e viram que diante da situação algumas coisas tinham que ser resolvidas, como que se tivessem acostumados com a ideia da morte, homens nobres e “menos” importantes ocupavam o mesmo espaço e buscavam uma igualdade. O silencio perdurou, de repente alguém começar a falar, quase sussurrar, enquanto o barulho do mar ao modo dava o tom da conversa.
O conformismo era geral, sem notaram que eu estava ali, a assistir tudo perplexo. Pareciam estar numa espécie de ritual do mar. Sei bem que depois desta conversa, onde tudo já parecia perdido, um brinde foi feito, e o motivo não era a salvação do naufrago que iria se suceder, mas a uma vida após a morte. Um mundo ditoso que não tinham conseguido chegar neste mundo.
Sorte? Talvez, mas o acaso levou a embarcação a afundar próxima a encosta de algumas rochas, toda tripulação escapou, porém, Aquela má sensação desde o inicio da viagem culminou em agonia agora. Eu não sabia nadar, nem um pedaço de madeira escapou para que pudesse ficar em cima. Nem um sapato velho que boiasse. Já começava a sentir o frio da água do mar tocar o meu sensível rabo. Dai em diante a consciência fugiu-me quase imediatamente. Parecia não acreditar que depois de tantas aventuras chegava ao fim minha jornada, o medo, a dor, a vida, foram engolidos pela água todos meus sentimentos, junto com aquela embarcação.
Mensagem psicografada de Edward, o ratinho fanfarrão.



"O século de Hobsbawn"

Morreu ontem Eric Hobsbawm, um dos mais influentes historiadores do século 20. Sua influência veio não apenas de um trabalho seguro e rigoroso de pesquisa historiográfica que privilegiava movimentos sociais dos séculos 19 e 20. Na verdade, em uma época como a nossa, que parece abraçar de maneira entusiasmada a crítica das chamadas "metanarrativas" com suas visões de processos globais e movimentos teleológicos, Hobsbawm destoava por ser um dos poucos que não se contentavam em afundar-se na micro-história.
Sem medo de procurar processos nos quais rupturas socioeconômicas e produção de novas ideias de cunho universalista se entrelaçam, Hobsbawm soube, como poucos, mostrar como a história da modernidade ocidental sempre foi a história das revoluções.
Fiel à filosofia da história de cunho hegeliano herdada pela tradição marxista, ele escreveu quatro livros clássicos ("A Era das Revoluções", "A Era do Capital", "A Era dos Impérios" e "Era dos Extremos") a fim de mostrar como as exigências igualitárias de liberdade enunciadas pelos setores populares da Revolução Francesa moldarão o curso da história como uma voz que sempre volta. Tal voz da igualdade será o fator de inquietude de uma história que será, cada vez mais, realmente mundial.
Adorno dizia que a fixação positivista nos "fatos" escondia, muitas vezes, a simples incapacidade de enxergar estruturas. Pensar é saber estabelecer relações e, se é inegável que certas construções da historiografia marxista demonstram-se infrutíferas e demasiado genéricas, há de se reconhecer que a rejeição em bloco dessa tradição teve forte impacto negativo na nossa capacidade de pensar a história.
Mas isso nunca impediu Hobsbawm de imergir nos detalhes e encontrar, por exemplo, na voz de Billie Holiday as marcas do sofrimento social dos esquecidos do sonho americano (conforme o livro "História Social do Jazz") ou nas desventuras do bandido Jesse James algo de fundamental a respeito dos descaminhos de nosso ideal de liberdade e das debilidades do poder (conforme o livro "Bandidos"). Hobsbawm sabia ler tais "fatos isolados" como sintomas sociais.
Alguns, como o historiador britânico Tony Judt, insistiam que Hobsbawm não teria capacidade de compreender as ilusões que moldaram o século 20, em especial o comunismo. Talvez seja o caso de dizer que a compreensão da história como simples crítica das ilusões corre o risco de perder de vista o essencial: de onde vem a força que faz com que indivíduos consigam ir além de seus próprios interesses imediatos? O que talvez explique porque quis o destino que o último livro de Hobsbawm se chamasse exatamente "Como Mudar o Mundo".
VLADIMIR SAFATLE escreve às terças-feiras nesta coluna.
Vladimir Safatle Vladimir Safatle é professor livre-docente do Departamento de filosofia da USP (Universidade de São Paulo). Escreve às terças na Página A2 da versão impressa.

18 de setembro de 2012

Esfinge e atrás, as pirâmides de gizé
Na prova do Enem 2009, tente resolver esta questão sobre os monumentos do Egito e o trabalho que está por trás de sua construção. A resolução está logo abaixo da questão, com comentários e habilidades cobradas na prova. Para ter mais informações sobre este exame nacional, fique atualizado nas notícias sobre o Enem.

Questão

Questão 50:
O Egito é visitado anualmente por milhões de turistas de todos os quadrantes do planeta, desejosos de ver com os próprios olhos a grandiosidade do poder esculpida em pedra há milênios: as pirâmides de Gizeh, as tumbas do Vale dos Reis e os numerosos templos construídos ao longo do Nilo.
O que hoje se transformou em atração turística era, no passado, interpretado de forma muito diferente, pois
a) significava, entre outros aspectos, o poder que os faraós tinham para escravizar grandes contingentes populacionais que trabalhavam nesses monumentos.
b) representava para as populações do alto Egito a possibilidade de migrar para o sul e encontrar trabalho nos canteiros faraônicos.
c) significava a solução para os problemas econômicos, uma vez que os faraós sacrificavam aos deuses suas riquezas, construindo templos.
d) representava a possibilidade de o faraó ordenar a sociedade, obrigando os desocupados a trabalharem em obras públicas, que engrandeceram o próprio Egito.
e) significava um peso para a população egípcia, que condenava o luxo faraônico e a religião baseada em crenças e superstições.
Memória Logística
O professor chegou na sala a logo pediu que a Emanuelle lê-se a sua memória. Após isso o professor comentou sobre um vídeo que íamos ver, mas por alguns problemas técnicos não podemos visualiza-lo. Depois o Paulo Otávio disse que tinha algo pra nos mostrar ou contar. Ele pediu que colocássemos nossa mão direita no ombro esquerdo, e a mão esquerda no ombro direito, e assim sentimos o forte abraço dele, mas isso foi apenas uma descontração. Então o professor deu uma pausa nas descontrações e começou a falar sobre a Revolução Religiosa, falou sobre Amenófis, sobre Aton, e vários outros assuntos que envolve o tema. Após a explicação fizemos uma atividade e fomos merendar. E para a “minha alegria” ele me  escolheu para ser a memorialista do dia.
Nome: Rafael Ubirajara Frota Leite
Curso: Manutenção Automotiva
Rainha Nefertiti

Foi uma rainha da XVIII dinastia do antigo Egito, esposa principal do faraó Amen-hatepe IV, mais conhecido como Akhenaton. As origens familiares de Nefertiti são pouco claras. O seu nome significa ”a bela chegou”, o que levou muitos investigadores a considerarem que Nefertiti teria uma origem estrangeira, tendo sido identificada por alguns autores como Tadukhipa, uma princesa do Império Mitanni (império que existiu no que é hoje a região orientalda Turquia), filha do rei Tushratta.
Nome: Janderson Carlos do Nascimento                                            n°: 26
Curso: Manutenção Automotiva
Professor: Paulo Otavio

A vida da Rainha Nefertiti
    Nascida no ano de 1380 a.C., Nefertiti, cujo nome significa “a mais bela chegou”  foi uma rainha egípcia da XVIII dinastia que se tornou notável por ser a esposa do faraó Amenhotep IV, conhecido como Akhenaton, responsável por substituir o culto politeísta pela reverência a um deus único, o rei-sol Aton .
    Com Akhenaton, Nefertiti teve seis filhas entre os noves anos de reinado do marido. São elas: Meritaton, Meketaton, Ankhesenpaaton, Neferneferuaton, Neferneferuré e Setepenré. Porém, ao longo do reinado egípcio de Akhenaton, três de suas filhas sucumbiram com o alastramento de uma peste da malária, que era conhecida como “doença mágica” por seu poder de devastação. Mais uma das filhas do casal, Meketaton, morreria cedo em decorrência de um afogamento acidental.
    Apesar de ser um símbolo de beleza fascinante mesmo na atualidade, pouco se sabe sobre a vida de Nefertiti. Ela teve uma irmã que se chamava Mutnedjemet e foi criada pela ama Tiy, que era casada com um funcionário da nobre corte, até conhecer e casar-se muito jovem com o faraó Akhenaton.
    A rainha teve grande importância na disseminação do culto monoteísta junto ai seu marido, pois era uma das únicas que podia reverenciar e interceder diretamente com o rei-sol Athon. No reinado de Akhenaton, o faraó e a rainha eram responsáveis pela realização dos cultos e eram figuras representativas dessa divindade, fortalecendo os laços com a população.
    Por sua grande popularidade, alguns historiadores defedem a tese de qe Nefertiti tenha sido alvo de assassinato de alguns sacerdotes que defendiam o politeísmo. Outros especialistas, ainda, acreditam que ela tenha se tornado co-regente de Akhenaton, acumulando mais poder. Essa última tese é levantada graças a uma imagem em bloco de pedra onde a rainha aparece golpeando um inimigo com uma maçã, remetendo à ideia de força.
    Entretanto, sabe-se que após  o término do reinado do seu marido, Nefertiti sumiu misteriosamente, pois poucas escrituras e imagens retratam esse período de sua vida. Alguns arqueólogos estimam que ela tenha morrido no ano de 1345 a.C.
    Em dezembro de 1912, os alemães acharam em sua terra natal uma escultura que identificaram como o “busto de Nefertiti”, obra que tornou-se a principal referência estética de sua beleza e austeridade que marcou o período do Egito Antigo. Atualmente, a obra pertece ao Museu de Berlim, na Alemanha.

12 de setembro de 2012

Pesquisa

A tarefa da terceira fase estar exigindo uma pesquisa muito maior dos alunos. O assunto é conflitos, e qualquer pesquisa ou texto referente a localidade de Sobral torna-se interessante.

10 de setembro de 2012

4ª fase na Olimpíada de História

Depois de um excelente desfile no 7 de setembro, começamos a semana com uma ótima noticia. DUAS EQUIPES, DAS TRÊS INSCRITAS, NA 4ª OLIMPÍADA DE HISTÓRIA DO BRASIL PASSARAM PARA A 4ª FASE. É a primeira vez que nossa escola participa, e já temos um resultado tão. Parabéns a Magna History, Trio Guerreiro e Hurricane of History pela ótima participação.
Ubirajara, David, Sterferson, Pereira, Januan, Anderson, Paulo, Uchôa.

http://www.museudeciencias.com.br/4-olimpiada/fases/index/19