18 de setembro de 2012

Esfinge e atrás, as pirâmides de gizé
Na prova do Enem 2009, tente resolver esta questão sobre os monumentos do Egito e o trabalho que está por trás de sua construção. A resolução está logo abaixo da questão, com comentários e habilidades cobradas na prova. Para ter mais informações sobre este exame nacional, fique atualizado nas notícias sobre o Enem.

Questão

Questão 50:
O Egito é visitado anualmente por milhões de turistas de todos os quadrantes do planeta, desejosos de ver com os próprios olhos a grandiosidade do poder esculpida em pedra há milênios: as pirâmides de Gizeh, as tumbas do Vale dos Reis e os numerosos templos construídos ao longo do Nilo.
O que hoje se transformou em atração turística era, no passado, interpretado de forma muito diferente, pois
a) significava, entre outros aspectos, o poder que os faraós tinham para escravizar grandes contingentes populacionais que trabalhavam nesses monumentos.
b) representava para as populações do alto Egito a possibilidade de migrar para o sul e encontrar trabalho nos canteiros faraônicos.
c) significava a solução para os problemas econômicos, uma vez que os faraós sacrificavam aos deuses suas riquezas, construindo templos.
d) representava a possibilidade de o faraó ordenar a sociedade, obrigando os desocupados a trabalharem em obras públicas, que engrandeceram o próprio Egito.
e) significava um peso para a população egípcia, que condenava o luxo faraônico e a religião baseada em crenças e superstições.
Memória Logística
O professor chegou na sala a logo pediu que a Emanuelle lê-se a sua memória. Após isso o professor comentou sobre um vídeo que íamos ver, mas por alguns problemas técnicos não podemos visualiza-lo. Depois o Paulo Otávio disse que tinha algo pra nos mostrar ou contar. Ele pediu que colocássemos nossa mão direita no ombro esquerdo, e a mão esquerda no ombro direito, e assim sentimos o forte abraço dele, mas isso foi apenas uma descontração. Então o professor deu uma pausa nas descontrações e começou a falar sobre a Revolução Religiosa, falou sobre Amenófis, sobre Aton, e vários outros assuntos que envolve o tema. Após a explicação fizemos uma atividade e fomos merendar. E para a “minha alegria” ele me  escolheu para ser a memorialista do dia.
Nome: Rafael Ubirajara Frota Leite
Curso: Manutenção Automotiva
Rainha Nefertiti

Foi uma rainha da XVIII dinastia do antigo Egito, esposa principal do faraó Amen-hatepe IV, mais conhecido como Akhenaton. As origens familiares de Nefertiti são pouco claras. O seu nome significa ”a bela chegou”, o que levou muitos investigadores a considerarem que Nefertiti teria uma origem estrangeira, tendo sido identificada por alguns autores como Tadukhipa, uma princesa do Império Mitanni (império que existiu no que é hoje a região orientalda Turquia), filha do rei Tushratta.
Nome: Janderson Carlos do Nascimento                                            n°: 26
Curso: Manutenção Automotiva
Professor: Paulo Otavio

A vida da Rainha Nefertiti
    Nascida no ano de 1380 a.C., Nefertiti, cujo nome significa “a mais bela chegou”  foi uma rainha egípcia da XVIII dinastia que se tornou notável por ser a esposa do faraó Amenhotep IV, conhecido como Akhenaton, responsável por substituir o culto politeísta pela reverência a um deus único, o rei-sol Aton .
    Com Akhenaton, Nefertiti teve seis filhas entre os noves anos de reinado do marido. São elas: Meritaton, Meketaton, Ankhesenpaaton, Neferneferuaton, Neferneferuré e Setepenré. Porém, ao longo do reinado egípcio de Akhenaton, três de suas filhas sucumbiram com o alastramento de uma peste da malária, que era conhecida como “doença mágica” por seu poder de devastação. Mais uma das filhas do casal, Meketaton, morreria cedo em decorrência de um afogamento acidental.
    Apesar de ser um símbolo de beleza fascinante mesmo na atualidade, pouco se sabe sobre a vida de Nefertiti. Ela teve uma irmã que se chamava Mutnedjemet e foi criada pela ama Tiy, que era casada com um funcionário da nobre corte, até conhecer e casar-se muito jovem com o faraó Akhenaton.
    A rainha teve grande importância na disseminação do culto monoteísta junto ai seu marido, pois era uma das únicas que podia reverenciar e interceder diretamente com o rei-sol Athon. No reinado de Akhenaton, o faraó e a rainha eram responsáveis pela realização dos cultos e eram figuras representativas dessa divindade, fortalecendo os laços com a população.
    Por sua grande popularidade, alguns historiadores defedem a tese de qe Nefertiti tenha sido alvo de assassinato de alguns sacerdotes que defendiam o politeísmo. Outros especialistas, ainda, acreditam que ela tenha se tornado co-regente de Akhenaton, acumulando mais poder. Essa última tese é levantada graças a uma imagem em bloco de pedra onde a rainha aparece golpeando um inimigo com uma maçã, remetendo à ideia de força.
    Entretanto, sabe-se que após  o término do reinado do seu marido, Nefertiti sumiu misteriosamente, pois poucas escrituras e imagens retratam esse período de sua vida. Alguns arqueólogos estimam que ela tenha morrido no ano de 1345 a.C.
    Em dezembro de 1912, os alemães acharam em sua terra natal uma escultura que identificaram como o “busto de Nefertiti”, obra que tornou-se a principal referência estética de sua beleza e austeridade que marcou o período do Egito Antigo. Atualmente, a obra pertece ao Museu de Berlim, na Alemanha.

12 de setembro de 2012

Pesquisa

A tarefa da terceira fase estar exigindo uma pesquisa muito maior dos alunos. O assunto é conflitos, e qualquer pesquisa ou texto referente a localidade de Sobral torna-se interessante.

10 de setembro de 2012

4ª fase na Olimpíada de História

Depois de um excelente desfile no 7 de setembro, começamos a semana com uma ótima noticia. DUAS EQUIPES, DAS TRÊS INSCRITAS, NA 4ª OLIMPÍADA DE HISTÓRIA DO BRASIL PASSARAM PARA A 4ª FASE. É a primeira vez que nossa escola participa, e já temos um resultado tão. Parabéns a Magna History, Trio Guerreiro e Hurricane of History pela ótima participação.
Ubirajara, David, Sterferson, Pereira, Januan, Anderson, Paulo, Uchôa.

http://www.museudeciencias.com.br/4-olimpiada/fases/index/19

9 de setembro de 2012

Thiago Gomes - Paisagismo 06/09/12

Bem, eu não me lembro muito bem da última aula de história, só me lembro que o professor Otávio chegou logo escrevendo, é desse jeito que ele ta esses dias não sei porque. Mais depois que ele termina de escrever no quadro o que ele tem de escrever ele começa a explicar, a interagir com a gente da turma Até que tem algumas pessoas que não prestam atenção ( Que não irei citar nomes ) que eu era um desses nomes só que não tó mais, eu acho. Pois é voltando ao assunto, nesse dia o professor acabou falando sobre o EGITO, como os camponeses e os escravos se vestiam, falando de todos de lá. Até que ele chegou num assunto que todos começaram a interagir sobre o tal assunto, era sobre uma praga que os egipicios se cuidavam muito para não pegar, o famoso PIOLHO, Pois é, pensar que naquela epóca já existia essa praga ( Risos ). Só me lembro que focou muito nisso, e a aula tava chegando ao fim. Só me lembro também que antes do professor sair da sala fiz uma pergunta a ele, sobre outro assunto, ele respondeeu ee foi embora. I é isso. !

6 de setembro de 2012

Vanessa Rodrigues - Memória Logística

A aula de historia como sempre, o professor Paulo Otávio sorteia alguém para fazer a memória e dessa vez fui eu. A aula começou com o professor falando sobre o Egito e as meninas perguntaram das provas e a Sabrina acabou fazendo a pergunta que o professos tinha acabado de responde e ele acabou passando um trabalho extra pra ela. Mas depois voltou o assunto da aula, o professor começou a explicar a matéria e falou que as mulheres usavam as roupas com malhas q era pra ficar tudo mais em cima e que elas gostavam disso e falou também que os nobres usavam perucas por causa dos piolhos. VANESSA SOUSA RODRIGUES. CURSO: LOGÍSTICA

Stefferson - Relatório História e Ambiente

Nome: Francisco Stefferson Lopes Felix n°18 Curso: Manutenção Automotiva Escola: EEEP Lysia Pimentel Gomes Sampaio Sales “História” Historia e Meio Ambiente Pode se dizer que temos ligados a historia ambiente. Vem ganhando muita importância, pois a discussão que gira em torno da preservação do meio ambiente tem sido intensificada nas ultimas décadas. Nesse contexto, o objetivo do presente trabalho consiste no levantamento de informações, cerca da forma como a comunidade do entorno do Rio sal, em Aracajú vê se relacionando com aquele meio, alem disso, este estado se prepõe e discuti as coisas dos impactos sócio ao ambientais. Porque possam esse rio e o ecossistema manguezal. Ele interligado, contemplando assim um dos principio da historia e ambiental. Isso mostra como o ser humano vem se relacionando com a natureza ao longo do tempo. Nos últimos anos, o mangue vem sendo relacionado ao empobrecimento da população que vive nas regiões litorâneas e alagadiças, a exemplo do Rio sal uma vez que os excluídos. A sociedade tem procurado este importante ecossistema uma consequência aos diversos problemas sociais em que estão inseridas. A historia e o meio ambiente têm coo varias coisas em comum. Sem meio-ambiente não existia a historia.

Relatório projeto de História

No dia 03 de novembro de 2012 um grupo de alunos da Escola Estadual de Educação profissional Lysia Pimentel Gomes Sampaio Sales se dirigindo até a residência do Srº José Roberto, em busca de saber mais sobre a queijada, um doce típico da cidade de Sobral. O foco da pesquisa era o sabor e o tradicionalismo da receita , que segundo seu José Roberto , ja é centenário, pois foi passada de geração por geração, passada de sua vó que faleceu aos 103anos de idade, que passou para a sua mãe de seu José Roberto, que morreu aos 85 anos , que ensinou seu filho , que há 35 anos mantém viva essa tradição familiar que é de imenso valor histórico para a cidade de Sobral. ALUNO: Jonhnatan Plácido Gomes. CURSO: LOGISTICA

5 de setembro de 2012

História e meio ambiente - Anderson Coelho

História e meio ambiente. Nas ultimas décadas do século passado, a temática ambiental começou a ser debatida com mais intensidade em todo em todo planeta, tendo em vista as profundas alterações proporcionadas pelo o modelo econômico de desenvolvimento insustentável que leva o nome de capitalismo. Um dos marcos políticos deste debate, envolvendo governos, organismo internacionais, organizações não-governamentais, movimentos populares, comunidades indígenas, estudantes, cientistas, entre outros, tomou corpo com a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro. Mais conhecida com ECO, 92, entre os dias 03 a 14 de junho, teve a participação de delegações de 175 países. Como desdobramento deste evento, nos anos seguintes, mais precisamente em 1997, intelectuais, cientistas, filósofos, teólogos, escritores, ativistas das causas ambientais, dos direitos humanos, se envolveram, nos quatro cantos do planeta, dando forma aquele que talvez seja um dos documentos mais amplos e necessários do nosso tempo, que vem a ser a Carta da Terra. Organizada em quatro grandes eixos, assim está resumida: a – Respeitar e cuidar da comunidade de vida; b - Integridade ecológica; c – Justiça Social e econômica; d – Democracia não violência e paz. Tais eixos estão pautados na ciência contemporânea, no direito ambiental, na sabedoria das grandes tradições filosóficas e religiosas do mundo, etc. Em suma, a Carta da Terra, lançado no Palácio da Paz em Haja no dia 29 de junho de 2000, faz uma profunda critica ao modelo de desenvolvimento em voga, cujas mudanças climáticas, a destruição avassaladora de florestas milenares, a degradação dos rios e mananciais, a produção do lixo doméstico, industrial, dos dejetos urbanos e rurais, a gestação da fome e da miséria, a dizimação da biodiversidade, a utilização indiscriminada de agrotóxicos no meio agrícola, entre tantas outras práticas, são sintomas claros de um modelo de civilização insustentável que sempre esteve pautado não no respeito ás demais e variadas espécies de vida, mas preponderantemente no lucro sobre todas as coisas. Desafiando a humanidade a gestar e desenvolver a visão de um modo de vida sustentável em nível local, regional e global, sob pena de inviabilizarmos a continuidade da vida no Planeta ás futuras gerações, o documento faz um chamamento á construção de novas práticas sócio ambientais excludentes, responsáveis e prudentes em beneficio da maioria da humanidade. Na opinião do teólogo, pensador contemporâneo e ecologista Leonardo Boff que foi um dos coorganizadores do documento, juntamente com Paulo Freire, Gorbatchev, Fritjof Capra, Vandana Schiwa, e inúmeras outras personalidades, afirma que a Declaração Universal dos Direitos Humanos, teve o mérito de dizer “todos os homens“ têm direitos e o defeito de pensar ‘só nos homens’. Os indígenas, os escravos e as mulheres tiveram de lutar para serem incluídos em “todos os homens”. Assim, hoje em dia, também a natureza precisa ser incluída como portadora de direitos, ou seja, enquanto mais um membro da sociedade ampliada. Nesse sentido, a Carta da Terra é um avanço em relação á Declaração Universal dos Direitos do Homem, pois amplia o conceito de cidadania político e social, para o conceito de ecocidadania, não excluído a natureza, entre outros grupos marginalizados, como portadores de direitos. Assim sendo, na relação entre História e Meio Ambiente, podemos trazer á tona, duas revoluções. Por volta dos anos 60 do século XX, enquanto os camponeses, estudantes, operários intelectuais cubanos construíam linda e corajosamente a Revolução Cubana, os Estados Unidos da América do Norte, inventaram a dita Revolução Verde: um pacote tecnológico e ideológico que prometia acabar com a fome no mundo, a partir da implementação de uma agricultura técnica e comercial. A agricultura, até então camponesa, por exemplo, começou a ser tratada como coisa atrasada, anacrônica, improdutiva: coisa de jecas, índios, quilombolas, ribeirinhos e colonos sem inteligência. O incentivo ao desflorestamento, a aquisição de máquinas pesadas nas atividades agropecuárias a utilização de insumos e venenos, os empréstimos bancários acabaram por se tornar regra, na mesma medida que a monocultura da soja, do milho e do trigo aumentavam o terreno a ser plantado, a cultura tradicional da agricultura nacional, o feijão, o arroz, por exemplo, diminuíam de espaço. Tamanhas transformações, juntamente com a industrialização do “Brasil Ame-o ou Deixe-o” dos anos 70, ocasionaram, entre outras coisas, o inchaço de nossos centros urbanos, a favelização das médias e grandes cidades brasileiras, desestruturando demograficamente várias regiões, provocando ainda mais desequilíbrios ecológicos, através da ocupação desordenada de habitações em meio a terrenos impróprios, sem as condições infra-estruturares que a dignidade humana merecem. Tanto isto é verdade, que de cada 100 brasileiros do período, 70 viviam no campo e 30 na cidade, Nos anos 90, de cada 100, 70 estavam nas cidades e 30 no campo, de acordo com dados do IBGE. Nestes últimos 50 anos, desde os tempos das Ligas Camponesas e nos últimos 21 anos, com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra e demais setores progressistas e democráticos da Sociedade brasileira, a Reforma Agrária radical é um dos mais fortes brados nacionais, capaz de permitir a volta do homem do campo para o campo. Assim, o ajuntamento de milhares de exploradores, excluídos e desesperançados dando vida aos acampamentos feitos de lonas pretas, apontando para a cerca da exclusão do latifúndio retrogrado, mesquinho, violento e antiecológico, estão transformando, com sacrifício e organização, algumas regiões brasileiras. Diante do atual contexto sócio-econômico e político, o imperialismo norte-americano tenta, e muita vez consegue, infelizmente, enfiar goela abaixo no sentido norte-sul, mais uma “revolução”, no bojo da biotecnologia, em que os Organismo Geneticamente Modificados, os tais transgênicos, são apontados como a salvação da lavoura. Dessa forma, existem, hoje em dia, nitidamente, dois projetos de vida: o calcado com base no capitalismo: no pensamento, na ação, na produção e na comercialização através da agricultura convencional, a partir da grande propriedade agroexportadora; o calcado com base na solidariedade, na cooperação, na estrutura familiar, de tradição camponesa, indígena camponesa, indígena camponesa, indígena, negra e popular, a partir da pequena e média propriedade. O primeiro continua postulando o adubo químico, o inseticida, o herbicida, o fungicida, a exportação, as sementes geneticamente modificados na monocultura da soja, da cana, dos cítricos, do feijão e do arroz. O segundo projeto, no espírito da Carta da Terra, busca recuperar o conhecimento milenar e tradicional das comunidades indígenas, dos quilombolas, dos caiçaras e seringueiros, dos sertanejos, da agricultura familiar, a fim de produzir para a mesa do povo brasileiro o pão, o feijão, o arroz, a soja orgânica, as frutas, numa relação de profundo respeito com o Meio Ambiente. Existem nestas duas modalidades projetos políticos distintos, pois a soberania de um povo é preservada a começar pelo direito a soberania alimentar contra os abutres dos agronegócios consorciados com os interesses das 10 maiores empresas multinacionais do setor: Monsanto, Bunge, Cargill, Syngenta, ADM, Basf, Bayer, Norvartis + Adventis, Nestlé e Danone, que também estão de olhos aguçados em nosso patrimônio hídrico. Para finalizar, Leonardo Boff, nos diz o seguinte: “toda injustiça social é uma injustiça ecológica contra o ser humano, contra as águas poluídas, contra os solos envenenados, contra o ar emprestado”. O autor é professor do curso de História da UNIOESTE. Mestre em História Social pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Aluno: Anderson Coelho Barroso N° 02 Curso: Manutenção Automotiva Professor: Paulo Otávio

3 de setembro de 2012

Egito e seus mistérios

Apoio ao alunos que se interessam pelo assunto: os funerais egípcios. Sinceramente quanto mais estudamos mais enigmas encontramos. O funeral dos ricos na época dos faraós é sempre lembrado. E os pobres que não podiam construir suas pirâmides para o descanso eterno?
http://www.infopedia.pt/$egipto-ritos-funerarios