Alta Idade Média:
Entendendo a fase de declínio do Império Romano
Ocidental Século V - X. Tendo como marcas a fonação do feudalismo
e as incursões bárbaros, além do Sacro Império Germânico: sendo
destacado Carlos Magno.
Civilização Árabe: A importância de
Maomé no surgimento do Islamismo, o processo de expansão do islã,
além das guerras de sucessão para o califado, lembrando sempre a
presença do árabes na península Ibérica. Depois um avanço
egípcio e turco pós fim a unidade árabe.
Império Bizantino: Entendido como uma
alternativa, enquanto Roma estava decaindo, Constantinopla por todo
seu potencial comercial e geográfico acaba tornando-se muito
importante, em 330 o centro político do Império. Após a divisão
em 395 ainda perdurava a ideia de unidade entre o romanos do ocidente
e do oriente. Duas principais características unem a população
heterogênea de Constantinopla a fé cristã e a linguá grega.
O cristianismo ganha alguns aspectos diferentes no
oriente: Assim surge a Igreja Ortodoxa Grega, que diferencia da
Católica Romana nos aspectos de adoração às imagens e também à
Virgem Maria. Devemos sempre lembrar o governo de Justiniano no
século VI onde ocorreram grandes transformações do Direito Romano
e alguns conquista a oeste.
Em 1453 os turcos otomanos liderados por Maomé II
tomam Constantinopla destruindo parte da cidade.
Baixa Idade Média:
Momento em que as epidemias, guerras e conflitos
entre senhores e servos e reis e cidadãos iriam fazer com que se
retraiam a economia e de um certo modo o desenvolvimento industrial.
As cruzadas, que na verdade são tentativas por
parte da Igreja de tomar Jerusalém, funcionavam também como uma
alternativa a todos aqueles que estavam marginalizados pela
sociedade. Alguns nobres também foram em busca de aventura, servindo
a Igreja e com uma causa nobre: Reconquista o santo sepulcro, o local
onde Jesus "morreu".
A peste negra será a pior das epidemias, matava
em três dias, em torno de três meses a Europa perdia um terço de
sua população. Normalmente os culpados de tal má sorte ou eram os
judeus que envenenavam os rios, ou as bruxas, mas de fato o grande
problema era a falta de higiene da população de um modo geral.
As revoltas como Jacqueries (revoltas nos campos)
foram frequentes. Assim estava modelado o fim do Sistema feudal.
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